¨¨

6 de abr. de 2011


Parecia até mesmo um tanto infantil, mas ainda sabia exatamente quais eram as proporções desses atos e talvez não se importasse. Fazia porque ainda queria fazer. Seu coração palpitava por uma resposta certa e tão ilusória que poderia arrancar suspiros desesperados. Não confessaria seus sonhos com medo de não realizá-los por sua culpa, e ainda, se deitaria nas mesmas posições, cobriria o corpo da mesma forma, para ter possivelmente este mesmo sonho, várias e várias vezes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário