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19 de out. de 2011

Iludida menina, ainda acreditava em cada palavra que lhe diziam. Esperava que o “eu sou diferente” fosse mesmo diferente e não apenas uma frase feita. Pobre menina, esperava por dias e dias o telefone tocar, até outro chegar e de novo a enganar.

                                      Iludida menina, ainda acreditava em cada palavra que lhe diziam. Esperava que o “eu sou diferente” fosse mesmo diferente e não apenas uma frase feita. Pobre menina, esperava por dias e dias o telefone tocar, até outro chegar e de novo a enganar.
(algunspedacosdemim)

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