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14 de dez. de 2011

Sou um enigma nunca resolvido. Desgastado e estudado inúmeras vezes, porém sem algum resultado exato […] Minhas palavras são confusas, às vezes falo algo, querendo outro e às vezes não falo nada querendo tudo. Gosto de usar meu silêncio como resposta à certas perguntas. Porém também gosto de tagarelar algumas vezes. Ouço e vejo tudo. Mas nem sempre falo tudo, prefiro guardar para mim. Vez por outra chamo-me de fraca, mas vejo a realidade, na qual sou forte o suficiente para carregar todo peso que levo, num só coração. Gosto das palavras escritas numa folha. Elas descrevem-me mais do que as próprias saídas de meus lábios […] Poderia fazer milhares e milhares de letras aqui sobre mim, mas não daria certo. Pois como já disse, sou um enigma nunca resolvido.”

”Sou um enigma nunca resolvido. Desgastado e estudado inúmeras vezes, porém sem algum resultado exato […] Minhas palavras são confusas, às vezes falo algo, querendo outro e às vezes não falo nada querendo tudo. Gosto de usar meu silêncio como resposta à certas perguntas. Porém também gosto de tagarelar algumas vezes. Ouço e vejo tudo. Mas nem sempre falo tudo, prefiro guardar para mim. Vez por outra chamo-me de fraca, mas vejo a realidade, na qual sou forte o suficiente para carregar todo peso que levo, num só coração. Gosto das palavras escritas numa folha. Elas descrevem-me mais do que as próprias saídas de meus lábios […] Poderia fazer milhares e milhares de letras aqui sobre mim, mas não daria certo. Pois como já disse, sou um enigma nunca resolvido.” (QuasePrincesa)

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