Parecia até mesmo um tanto infantil, mas ainda sabia exatamente quais eram as proporções desses atos e talvez não se importasse. Fazia porque ainda queria fazer. Seu coração palpitava por uma resposta certa e tão ilusória que poderia arrancar suspiros desesperados. Não confessaria seus sonhos com medo de não realizá-los por sua culpa, e ainda, se deitaria nas mesmas posições, cobriria o corpo da mesma forma, para ter possivelmente este mesmo sonho, várias e várias vezes.
" . E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti. Friedrich Nietzsche "
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6 de abr. de 2011
5 de abr. de 2011
4 de abr. de 2011
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